IT-Techniker sitzt an einem Arbeitsplatz neben einem hohen Server-Rack und überwacht einen Monitor in einer Rechenzentrumsumgebung.

Hotel-IT: WLAN, PMS und Netzwerke, die nicht ausfallen dürfen

3 Min. Lesezeit DataRoad

Zusammenfassend

  • Num hotel, a informática é parte da experiência do hóspede — o WiFi é avaliado publicamente, com nota.
  • A rede de hóspedes e a rede de gestão têm de estar completamente separadas. É a regra que mais vezes é ignorada.
  • O PMS condiciona tudo: uma paragem no check-in é imediatamente visível ao cliente.
  • Em hotelaria, as intervenções fazem-se com o hotel a funcionar — não há janela de encerramento.

Num escritório, a informática é um meio. Num hotel, uma parte dela é produto: o hóspede paga por ela, usa-a desde o primeiro minuto e avalia-a publicamente. É a única infraestrutura técnica de um hotel que recebe nota numa plataforma de reservas.

O WiFi é produto, não infraestrutura

A qualidade do WiFi aparece nas avaliações com uma frequência que surpreende quem nunca reparou. E o que gera queixas raramente é a velocidade contratada — é a experiência:

  • Cobertura desigual. Sinal excelente na receção e fraco no quarto do fundo do terceiro piso é o padrão clássico. As paredes de um hotel foram feitas para isolar som, e isolam sinal com igual eficácia.
  • Autenticação complicada. Portais que obrigam a preencher formulários, que expiram a meio da noite ou que só permitem um dispositivo por quarto geram mais irritação do que lentidão.
  • Capacidade em zonas comuns. Um grupo de cinquenta pessoas numa sala de reuniões é um problema de densidade, não de cobertura.
  • Roaming. Um hóspede em videochamada que atravessa o corredor não deve perder a ligação.

Cobertura por quarto, não por piso. A tentação de colocar um ponto de acesso por corredor e assumir que chega aos quartos é a origem da maioria das queixas de WiFi em hotelaria. Só um Abdeckungsstudie no local revela o que a planta esconde.

Techniker kniet neben Serverracks in einem Rechenzentrum und benutzt einen Laptop und ein Smartphone.
Num hotel, a rede serve hóspedes e operação ao mesmo tempo. Separá-las é o primeiro passo.

Separar hóspedes de gestão

É a regra mais importante deste artigo e a mais frequentemente ignorada, sobretudo em unidades pequenas.

A rede que serve os hóspedes e a rede que serve a operação do hotel — PMS, terminais de pagamento, fechaduras eletrónicas, gestão de reservas — têm de estar completamente separadas. Não é uma questão de desempenho; é de segurança.

Um hóspede é, por definição, um utilizador desconhecido com acesso à rede. Se essa rede alcançar os sistemas de gestão, qualquer pessoa que se instale por uma noite fica a um passo dos dados de todos os outros.

Isolamento entre hóspedes é igualmente importante: quem está no quarto 210 não deve ver o portátil de quem está no 212.

O PMS e a operação

O sistema de gestão hoteleira é o coração da operação, e uma falha nele é imediatamente visível ao cliente — um hóspede à espera na receção percebe que alguma coisa não está bem.

Três consequências práticas. O PMS precisa de prioridade na rede face ao tráfego de hóspedes: o vídeo de entretenimento de cem quartos não pode degradar o check-in. Precisa de redundância de ligação à internet, porque a maior parte dos PMS modernos e dos canais de reserva são serviços online. E precisa de continuidade elétrica — a receção deve conseguir operar durante uma falha de energia.

E há as integrações: canais de reserva, fechaduras, terminais de pagamento, sistemas de restauração. Cada integração é um ponto de falha, e vale a pena saber de antemão o que acontece a cada uma quando a ligação cai.

Intervir com o hotel aberto

Ao contrário de um escritório, um hotel não fecha ao fim de semana para se refazer a rede. Isto muda a forma de trabalhar.

As intervenções fazem-se por fases, tipicamente piso a piso ou ala a ala, coordenadas com a ocupação e com a direção. O trabalho ruidoso concentra-se em horários que não afetem hóspedes. E é preciso capacidade de recuar em qualquer momento: uma alteração que corra mal às onze da noite tem de poder ser revertida antes do check-in da manhã.

Por isso a coordenação com a direção de operações vale tanto como a competência técnica. Um bom plano de intervenção em hotelaria é sobretudo um bom plano de calendário.

Checklist para direções de hotel

  • A rede de hóspedes está efetivamente isolada da rede de gestão? Confirme, não assuma.
  • Existe cobertura testada em todos os quartos, ou apenas nos corredores?
  • Há segunda ligação à internet, de operador diferente, com comutação automática testada?
  • O PMS tem prioridade de tráfego configurada?
  • A receção continua a funcionar durante uma falha de energia?
  • Als Sicherheitskopien do PMS já foram restauradas alguma vez, a sério?
  • Quem responde às três da manhã, e em quanto tempo?

Se alguma destas respostas for “não sei”, vale a pena um levantamento antes de que seja um hóspede a descobrir.

DataRoad leistet suporte informático a hotéis e unidades de alojamento, incluindo redes wireless de alta densidade, separação de redes e monitorização 24/7.

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